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Não é sempre, felizmente,
Que me apego a uma imagem
Que só eu criei,
E eu bem sei...
Mas há alturas que a realidade paralela,
Do que quero imaginar
Se sobrepõe ao verdadeiro,
Ao real,
Que não quero acreditar.
Mas não é sempre, felizmente,
Que ha dias que outra gente,
Ou eu próprio,
O que é mais raro,
Conseguimos desanuviar
Essa bruma inebriante
Fictícia
Delitante.
Que me mente,
Felizmente,
Para que te mantenha assim,
Como um sonho,
Tão presente
Como irreal.
Tão longe,
E tão ausente.
Para o bem e para o mal,
Nada é para sempre,
E tudo também é,
Felizmente.
Que me apego a uma imagem
Que só eu criei,
E eu bem sei...
Mas há alturas que a realidade paralela,
Do que quero imaginar
Se sobrepõe ao verdadeiro,
Ao real,
Que não quero acreditar.
Mas não é sempre, felizmente,
Que ha dias que outra gente,
Ou eu próprio,
O que é mais raro,
Conseguimos desanuviar
Essa bruma inebriante
Fictícia
Delitante.
Que me mente,
Felizmente,
Para que te mantenha assim,
Como um sonho,
Tão presente
Como irreal.
Tão longe,
E tão ausente.
Para o bem e para o mal,
Nada é para sempre,
E tudo também é,
Felizmente.
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