COMO CALDO DE CANA
É assim na hora
Feito caldo de cana
Que o pistoleiro olha
Mira
E atira
A flor
De aço
Sobre o peito inchaço
Sobre a vida
O cheiro do Jasmim
O cheiro do meu vô
Ah que flor
Ai que dor
Sob minhas lágrimas
Sob meus pés
Sobre minha Estela
E que amor
Guia-me
Sempre
Em busca do meu passado
Das minhas glórias ancestrais
Da princesa Maria
Do rei Constantino
Do patrono José do Livramento
Ah vidas passadas
Ai amores passados
Ai paixões futuras
Terrenas e santas
Como o deus da lua
Feito caldo de cana
Que o pistoleiro olha
Mira
E atira
A flor
De aço
Sobre o peito inchaço
Sobre a vida
O cheiro do Jasmim
O cheiro do meu vô
Ah que flor
Ai que dor
Sob minhas lágrimas
Sob meus pés
Sobre minha Estela
E que amor
Guia-me
Sempre
Em busca do meu passado
Das minhas glórias ancestrais
Da princesa Maria
Do rei Constantino
Do patrono José do Livramento
Ah vidas passadas
Ai amores passados
Ai paixões futuras
Terrenas e santas
Como o deus da lua
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia