Lua a testemunha I
A solidão por si só
é uma escolha,
mas quando vejo
a cama sozinha,
percebo, se a escolha
é minha ou da vida.
Olho para a janela,
e a lua me encara.
Perguntando, se minhas escolhas
são justas ou falsas.
Eu grito para a lua,
tentando convencê la,
que eu não tive escolha.
Desvio então o olhar,
pois a lua não é, então,
um bom confidente.
Mas, então, percebo
que é o unico confidente que tenho.
E então espero
a noite seguinte,
esperando um melhor confidente.
é uma escolha,
mas quando vejo
a cama sozinha,
percebo, se a escolha
é minha ou da vida.
Olho para a janela,
e a lua me encara.
Perguntando, se minhas escolhas
são justas ou falsas.
Eu grito para a lua,
tentando convencê la,
que eu não tive escolha.
Desvio então o olhar,
pois a lua não é, então,
um bom confidente.
Mas, então, percebo
que é o unico confidente que tenho.
E então espero
a noite seguinte,
esperando um melhor confidente.
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