Riacho
Olho para a minha aldeia
E a minha alma se aperreia,
Ao ver quem mais semeia
Sem pé, sem meia,
Na dor...
Nadando no que sobrou do riacho opressor,
Que arrasta tudo numa grande covardia.
Mas as abelhas me disseram que um dia
A gente entende que o riacho apronta,
E a gente é quem paga a conta.
E a minha alma se aperreia,
Ao ver quem mais semeia
Sem pé, sem meia,
Na dor...
Nadando no que sobrou do riacho opressor,
Que arrasta tudo numa grande covardia.
Mas as abelhas me disseram que um dia
A gente entende que o riacho apronta,
E a gente é quem paga a conta.
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