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Memórias.
São tão bonitas,
Como dolorosas.
Histórias,
Que não estão escritas,
Se imaginam, calorosas.
Como fogo,
Numa intensidade desgovernada,
Incontrolável,
Este Diogo,
Lamenta a vida desperdiçada,
Irremediável.
Todos os dias tento,
Esvair o amor que por ti sinto,
Ou essa ideia de amor,
Que invento...
No dia seguinte,
Acordo de coração cheio,
Vibrante de novo,
Mas sem ter ouvinte.
Brotam desejos e promessas
Vêm sorrisos, lágrimas e paladares
Praias, pratos e travessas,
Tu na mota a acelarares.
E são tantas as memórias,
Lindas e doridas,
Oxalá estejas com as satisfatórias,
Eu cá lambo ainda as feridas.
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