Delmiro Gouveia
Delmiro Gouveia,
Naquelas veias havia vias
Aptas à passagem de bons ventos,
Bons ventos para varrer obstáculos
E trazer ao palco outros espetáculos
Para ser vivido um novo momento.
Delmiro Gouveia
Podia semear novas sementes em minha aldeia.
Via na frente,
Vinha trazer um presente
Para o presente que vivia no passado,
Mas acabou sendo acabado.
Delmiro Gouveia
Desagradou a um alossauro de uma poderosa aldeia.
Alossauro que acionou as forças do vento
Para acabar com qualquer advento.
Gouveia não deu bola pra cara feia,
Mas não sabia do que o bicho era capaz.
Gouveia desapareceu de minha aldeia
E o advento aqui não sopra mais.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Shofar
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nos…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia