Canção Madrilenha
Sob o sol de Espanha
Gaudí modula rochas
relevos cavernas
varizes de ônix...
o sol alinhava colossos de construção
arranha o céu de sangue
e profana dogmas: magmas humanos.
Cabral sevilha andando...
Gaudí saúda Goya Velázquez
arquiteta touradas na pedra
– mosaicos do touro madrilenho.
oh Espanha dolente e rubra ao sol
há guernicas em cada canto do mundo.
Do livro "Poemas", 2024/2025 (no prelo).
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia