Soneto – Tolerância Animalesca
Tolerâncias parciais,
Ó que gente superficial,
Que cantam que nem pardais,
Mas nada do que dizem é oficial.
Censuram por conveniência,
Sem rancores,
Como tolos de província,
Magoando-se quando enfrentam as suas dores.
Mudam histórias
Para criarem as suas fábulas históricas,
Abominações!
Lágrimas doces,
Línguas de limão-doce
Que pregam falsas premonições.
- D.N.N
(de Portugal)
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