Chuva-de-Ouro
Das heranças vivas
nas minhas veias
sei uma por uma,
O quê é e o quê
não é indígena,
tal qual o quê é
e o quê não é nativa;
Não menos bonita,
e confessamente
encantadora como
a Chuva-de-Ouro
de terras distantes,
que fascina a visão
e inunda o coração
fascinando a estação
com a sua floração.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O amor é chama... (soneto) - 08/02/2016
O amor é chama que arde no peito
Sentimento que aquece permanente
Vida de contentamento a quem o sente
É viver…
Armando A. C. Garcia
O amor é chama... (soneto) - 08/02/2016
O amor é chama que arde no peito
Sentimento que aquece permanente
Vida de contentamento a quem o sente
É viver…
Armando A. C. Garcia
TRISTE ESPERANÇA ! - (soneto) - 10/06/2008
Na praia, a onda quebra na areia mansa Arrastando com ela pequeninos grãos, Apagando tuas pegadas, e a lembrança Onde caminhamos entrelaç…
Armando A. C. Garcia
Alhures ! (Soneto) - 18/12/2017
Com a alma e o pensamento alhures
Desvairado e absorto, olhei teu retrato,
Na esperança de divisar algures
Teu…
Armando A. C. Garcia