O Vale da Morte.
De um lado da
estrada ( esquerdo)
flores amarelas
orquideas das
mais variadas cores.
Árvores centenárias
(alcarias)
terra com cheiro de
caramelo.
Do outro da
estrada (direito)
lápides das
catacumbas
com o cheiro do ventre
de uma mãe.
O tempo nasce na
terra ; e todos os dias
de sol quente - somos
um melaço derretido.
(CARAMELO)
e no cheiro somos
uma pequena flor.
O Vale visto por
inteiro de uma
colina roseada -esmeralda -
de ambos os lados...
- A estrada que a corta -
atravessada por rios
de águas tão cristalinas : e
no seu final um pássaro canta -
A LUZ DO VALE
ENCANTADO
( VI - TE - BEM )
Não o temas na velhice
pois seremos descansados.
Ademir o poeta.
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