A doce companhia
Anjinho da guarda,
minha doce companhia,
guardai a minha alma
de noite e de dia…
Era luz que tudo revelava,
tudo recriava, em doçura.
Matéria e espírito, unidos,
como o cordel
ao pião em vertigem pura.
Vivia-se.
Que razão? Que pensar em ser feliz?
Brincadeiras, letras, traços, números…
o tempo não cabia na equação;
pousado, ficou para trás.
Estar vivo e pensar, nada trouxe;
apenas aquela memória
que faz pulsar, de leve…
que aconchega.
Único,
sob as asas
de um guardião,
suspenso sobre mim.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A FALTA DE AMOR
O homem sem amor Não consegue florescer, Fica perdido na dor, Sem saber o que fazer. A vida perde o sentido, O coração fica sozinho, Pro…
miltondacosta
I don't mind
I don't mind praying For my God I must do that Before I go to bed Also tomorrow will be A new day Yes the night ended fast And I am happy…
Aldo gabbay kraas
Castanheiras.
Minha boemia era sincera dela tirava meus sonhos ... meus ideais de encontro amorosos - abraços beijos e respeito pelo corpo. Um corpo nu…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Dos corações
Como estranhos são,
os caminhos de um coração.
Todos eles, sem volta...
Uma longa estrada torta
que segue, sem direção.
…
A poesia de JRUnder