A Maldita poluição.

Eu não sei  o quanto de tempo
vou ver este rio caudaloso - soprar os ventos
da vida ... pois tudo está confuso - os 
dourados e coloridos peixes sobem 
a fina lamina de águas para respirar.

Eu mesmo não sei o quanto de tempo
ainda vou viver - com esta poluição e esta
falta de ar - que a falta de vento - nos
dias quentes está sempre a mudar.

Nos dias quentes as árvores se dobram
a procura de águas - que podem ser 
até as de puro sal: poluindo que já
está :  aos grandes peixes nas praias 
a morrerem : por suicídio por falta de oxigênio.
na terra e nos mares.

Fica aqui minha clara visão de um mundo
tão bonito > que está a morrer por
tanta poluição em  céus de nuvens - negras
e todos tipo de metais a matar.

Ademir o poeta.

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