Uma pária social.
As virtudes e defeitos - já nascem
com um sujeito... seja ele póbre ou rico.
Cabe a ele com o passar de seu tempo
corrigi-las e viver sempre satisfeito.
Na sua juventude quer logo namorar -
sentir o gosto do ato em beijar.
E seus atos com o passar do tempo
se tornam mais calmo e salutar.
Mas tem pessoas que jamais mudam...
pois encontra o lado mal da vida - e
dela quer desfrutar. A causa é o abandono
e para as ruas andar ... e como não consegue
ser amado sinceramente por alguém - se
torna uma pária socialmente marginal.
Ademir o poeta.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Garota trocando as cordas do violão
GAROTA TROCANDO AS CORDAS DO VIOLÃO . pernas fechadas, fechada em si o braço entre os seios e a corda sol já sob tensão vem da rua um …
Darlan de Matos Cunha
As vertigens do tempo
Em sessenta segundos vertiginosos o tempo vomitou uma hora tão periférica e eloquente Causou distúrbios a cada eco que fremindo deixou co…
Frederico de Castro
tatame
tatame . deitar-se a memória no corpo só canseira de curvas onde a dor marca passo o tatame convida cada osso em seu lugar cada memóri…
Darlan de Matos Cunha
Efêmera conquista ! 01/11/2026
Alguém foi um sonho em minha vida
Perene conquista da felicidade,
Eu acreditava; E não efêmera
Tal, como foi m…
Armando A. C. Garcia