CANTO DAS PEDRAS
Olhoa escadaria iluminada e mergulho na fantasia,
Nopensamento brotam murmúrios a lampejar
Decorpo inteiro sigo a imponente fortaleza e a magia
Admirocada pedra subindo ao céu, como a um altar
Aarte e seus contrastes são inebriados até ao infinito.
A imagemfica gravada nos sentidos e no fundo da minha alma.
Docéu ao lusco-fusco observo e estremeço. Oiço surdo grito!
Absolutosilêncio reina o momento contemplador, sem vivalma!
Cismoatravés dos séculos, em outras eras, o abandono,
asmajestosas edificações, as guerras e as conquistas austeras
Povosmortos de cansaço, obedecem a altas esferas!
Cercadospor medos, experimentada miséria e leves de sono,
suplicamde mãos postas ao céu, prosperidade e paz na terra,
paraque os homens impiedosos, acabem com as guerras!
25-04-2013Maria Antonieta Matos “ In Poetizar Monsaraz II”