ROSTO DOS TEMPOS
Escondeu-sea paz em qualquer planeta
Tudoadormeceu esquecido no tempo
Rasgadosos sonhos no fio da baioneta
Noescuro o maltrato, luta contratempo
Quãodiferença faz a algibeira vazia
Omalfadado destino a ti preordenado
Osfarrapos e indigências que te cria
O maistriste tempo ensanguentado
Tantadesumanidade imponderada
Emboratu não queiras te é arrancada
Vives dovento como alma penada
Fazemmorrer o contentamento vivo
Parindoas dores do sofrimento e castigo
Quesatanás no fogo do inferno lavra
05-11-2013Maria Antonieta Matos
In " Nós Poetas Editamos V"
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
A Grande Mãe.
A bondade é uma conquista de todos os seres humanos até os animais dados como ferozes cuidam de suas crias com tanto ciúmes , que chega a…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Bolero
no bolero de Ravel o infinito se alarga enche de cosmos o chão da alma foguetes bemóis fusas disfarçadas o som engravida o útero do nada …
AurelioAquino
Dedicado a Renata Fernandes Vasconcellos.
Ah. como é bela sua ternura e sua grandeza como mulher de aventuras sofisticada e alegre teu falar tua beleza na pele lhes é tão peculia…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Girassóis de Inverno
Abre teus olhos para o mundo, ao longe do que não existe, do sol que, moribundo, se esconde, e cuja luz é, a cada dia, mais triste. Nada…
alexandre montalvan