Deu-me (para isto)
Doem-me dois dedos descuidados, desculpa doerem-me demais. Doce dádiva daquele dia defronte do delírio, diante do desvelo da didáctica . Desejas dialectos digitais descritos de dentro deste diafragma. Descobres-me diurnas distâncias, dissecadas, desfeitas, dormentes de dramas. Doravante, deves destapar-me devagar, depois do dueto de detalhes dançados, dedilhando diâmetros desprovidos de decretos. Debruça-te, dedica-me decisões, datas, degelos. Dá-me dez degraus de deleite, dar-te-ei decotes de densidade.
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