Poema Escrito Num Líquido
E enquanto eu não puder
Eu vou escrever
Enquanto houver céu
E luz
Enquanto os olhos alcançam
No céu
Brisas de cor
E mel
Não pode haver
Também
O ar que não respiro
Mais
Não vou ouvir
Ninguém
Ao longe quando grito
Eu sei
E enquanto houver
No céu
O não que eu escrevo
Fico.
Mais poemas deste autor em www.jorgeaugusto.eu
Eu vou escrever
Enquanto houver céu
E luz
Enquanto os olhos alcançam
No céu
Brisas de cor
E mel
Não pode haver
Também
O ar que não respiro
Mais
Não vou ouvir
Ninguém
Ao longe quando grito
Eu sei
E enquanto houver
No céu
O não que eu escrevo
Fico.
Mais poemas deste autor em www.jorgeaugusto.eu
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Terceira via.
Neste mar de angustias onde sobrevivem os mais fortes... todas as plantas rompem a lamina desta terra - porque a natureza é sabia e resp…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Mossas
Se uma boca tece um conceito às vezes a rua em frente ferve o rio cresce sua febre e quem talvez vivesse de esboços se viu desatado por o…
Darlan de Matos Cunha
Findar
Faz tempo que ser imortal era curto E o pânico vestia-se dessa brevidade. Até que senti o quão frágil sou E que o melhor é perecer. Já n…
Rafael Gonçalves
De pé se pode
a espera na fila intensa o corpo quase que separado da mente mas o exame do dia favorece a que o humor seja solar, e nós aqui à espera n…
Darlan de Matos Cunha