Quero II...trovas soltas Seguinte Ironia... natalia nuno quero sonhos, são meus quero-os roseiras em flor quero sorrir aos olhos teus dizer-te amo-te, com ardor quero fazer versos à solta semear letras ao vento... quero alegria à minha volta ser-me poesia chão sedento só preciso dum abraço me sustente a coragem trago na alma o cansaço desta tão longa viagem as noites trazem perfumes estrelas lâmpadas d'ouro... trazem os dias azedumes e aberto na face o choro correm lágrimas a fio sufocado é o soluçar a inspiração é arrepio deixa o Poeta naufragar estas páginas são tristes nelas vincos do passado o que nos meus olhos viste vem do coração agitado... depois que importa morrer se só memórias o que ficou se só é triste o meu viver e tudo depressa passou?! quis o destino... assim quis agora os dias venturosos ainda que pobre mas feliz memórias, tempos ditosos natalia nuno rosafogo Maio 2005 Partilhar Partilhar Reportar erro Comentários (0) Iniciar sessão para publicar um comentário. Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar. Outros poemas de participantes Orquídeas negras Coloquei o esplendor de orquídeas negras, para observar os senhores das guerras. Revigoro a memória corpórea como quem dança a … Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski a janela está aberta sem frestas com uma grossa cortina dura sem que passe qualquer partícula poeira ou até vida por trás a impossível grade de ferro por aqu… Kátia Surreal Pindaíba-vermelha Agradecer à primavera pelo florescer bonito da Pindaíba-vermelha. embora a gente saiba que não nasça na Mata Atlântica do sul … Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski Pacari Primavera da memória afetiva do Pacari em Santa Catarina, ele dá sombra e é curador, e, com sua florada, enche o coração com … Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski