Vamos morrer.
Vamos morrer de velhice,
Do pouco que fizemos na vida.
Morremos até acordar outra vez
Na esperança de conhecer outra saída.
Vamos morrer juntos, como pessoas que
Sem saberem o porquê, fazem deste mundo
O mundo que nos encaminha.
Vamos morrer de tristeza,
Ainda que ela soubesse tratar-nos como merecemos,
Dar-nos o que tristemente pedimos sem perceber.
Faremos súplicas em vão, e sem querermos,
Sabemos que chegou a hora de morrer.
Vamos morrer de tudo o que nos derem,
De tudo o que arranjarmos para sofrer.
Mas a pior morte é a do amor, faz-nos como que desaparecer.
Do pouco que fizemos na vida.
Morremos até acordar outra vez
Na esperança de conhecer outra saída.
Vamos morrer juntos, como pessoas que
Sem saberem o porquê, fazem deste mundo
O mundo que nos encaminha.
Vamos morrer de tristeza,
Ainda que ela soubesse tratar-nos como merecemos,
Dar-nos o que tristemente pedimos sem perceber.
Faremos súplicas em vão, e sem querermos,
Sabemos que chegou a hora de morrer.
Vamos morrer de tudo o que nos derem,
De tudo o que arranjarmos para sofrer.
Mas a pior morte é a do amor, faz-nos como que desaparecer.
Mas ainda assim, não desesperamos
Porque tal como ele consegue aparecer
Sem darmos conta, já nos fugiu
E também nós nos livrámos de morrer.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia