CEIFEIRA DO ALENTEJO
Oh! Évora do Alentejo!
Sigo-te de longe a pensar,
E neste anseio de desejo,
Não resisto sem te sonhar.
Rodopia o lápis na tela,
Criando tudo o que vejo,
Escrevo-te a pintar a mais bela,
Ceifeira do Alentejo.
Imagino cada encanto,
Vou pincelando a sorrir,
Na sonoridade me espanto,
Sentindo a obra a surgir.
Desenhando a sua Praça,
Sala que abraça a cidade
Sento a ceifeira com graça
No auge da hospitalidade
Maria Antonieta Matos/04-11-2014
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