A NATUREZA
Olho vislumbrada a natureza através da vidraça!
O pensamento rodopia exuberante,
O vento assobia e sopra… e, as plantas mostram o seu ar de graça,
Fixo as árvores num vacilar dos ramos,
O esvoaçar das aves galantes, elevando o canto,
Na paleta de cores… que cercam o horizonte,
Escorrem as gotas de água, alimento e pranto,
Da chuva intensa que se vai esgotando!
No astro, o arco íris desce à terra como um manto,
E o sol espreita a iluminar as nascentes,
Feitiço emaranhado no campo,
Um despertar de sons místicos de águas correntes!
Viajam seres caminhantes, arquitetos de traços,
Desvirtuados de gosto,
Que ferem a beleza, causam embaraços!
Ao saciar dos olhos… baços
Mas a natureza se incumbe de criar,
E a lente espelhada dos olhos a mirar,
Surpreende os sentidos sempre a divagar!
Maria Antonieta Matos 18-04-2015
O vento assobia e sopra… e, as plantas mostram o seu ar de graça,
Fixo as árvores num vacilar dos ramos,
O esvoaçar das aves galantes, elevando o canto,
Na paleta de cores… que cercam o horizonte,
Escorrem as gotas de água, alimento e pranto,
Da chuva intensa que se vai esgotando!
No astro, o arco íris desce à terra como um manto,
E o sol espreita a iluminar as nascentes,
Feitiço emaranhado no campo,
Um despertar de sons místicos de águas correntes!
Viajam seres caminhantes, arquitetos de traços,
Desvirtuados de gosto,
Que ferem a beleza, causam embaraços!
Ao saciar dos olhos… baços
Mas a natureza se incumbe de criar,
E a lente espelhada dos olhos a mirar,
Surpreende os sentidos sempre a divagar!
Maria Antonieta Matos 18-04-2015
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