Eu ainda tô por aí (e é o que importa!)
Já fui escroque, bookmaker, traficante, poeta, administrador de empresas, analista de sistemas, hacker, cafetão, leão de chácara, golpista em tempo integral, gigolô, fiscal da natureza, tatuador, grafiteiro, praticante de le parkour, doador de sangue profissional, fiz bico como cobaia em testes de medicamentos, vocalista de banda de heavy metal, detetive particular...
É mais fácil eu lhe dizer o que eu NÃO fui.
O que aprendi com a vida é que ela é isso: um aprendizado. E na maior parte do tempo estamos aqui é pra quebrar a cara.
E acreditem: eu quebrei muito a cara
(e quero que o negrito enfatize isso!).
Atualmente?
Não faço a menor ideia do que eu tô fazendo atualmente.
Uma coisa aqui, outra ali.
Nada sério.
Com a bagagem cultural que eu adquiri nos últimos (tem o quê?
32, 37, 49 anos? Tanto faz...) é melhor não confirmar nada.
A melhor resposta então é: nada sério.
Atualmente não tô fazendo nada sério.
É isso.
Quando eu tiver mais detalhes, eu aviso.
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