Noites
Seja minha fonte eterna
Pra que nela acabe a sede,
Minha noite na taberna
Quando a sua bebida pede.
Nota-se quanto te quero
Somente a quero e mais beijos
Desejo infernal venero
Satisfazei meus desejos!
Daquela noite à beça
Talvez nunca mais terei,
Sou feito agora de inveja
Ao outro que se tornou rei
Pra que amo minha amada?
Ser jogado como um lixo
Minha alma sendo julgada
Assim como foi a de Cristo
Nas noites de quando a espero
Este anjo a quem tanto chamo
Não aparece e desespero
E imploro ao dizer que te amo.
Pra que nela acabe a sede,
Minha noite na taberna
Quando a sua bebida pede.
Nota-se quanto te quero
Somente a quero e mais beijos
Desejo infernal venero
Satisfazei meus desejos!
Daquela noite à beça
Talvez nunca mais terei,
Sou feito agora de inveja
Ao outro que se tornou rei
Pra que amo minha amada?
Ser jogado como um lixo
Minha alma sendo julgada
Assim como foi a de Cristo
Nas noites de quando a espero
Este anjo a quem tanto chamo
Não aparece e desespero
E imploro ao dizer que te amo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia