seria voce ignorante?
debaixo do teu manto preto,
se esconde um buque de rosas,
uma caneta e um papel.
o papel esta amassado, rasgado, parece até
uma definição da sua vida.
mesmo assim, voce o carrega consigo.
o peso da caneta no teu bolso, balançando,
arriscando cair, bem que me lembra suas responsabilidades,
sempre subestimadas, esquecidas.
o buquê de rosas, você leva escondido na longa capa,
resistente como sua ignorância, sua falta de saber.
pobre pessoa, sentindo-se satisfeita com tão pouco
tão pouco você decorou de pensamentos alheios!
o que nós pensamos? nada!
tudo que somos, é fruto de um outro alguém
nada é próprio, original.
"você" ja existiu há muito tempo, centenas de vezes
e ainda sim é ignorante a ponto de
proclamar-se unico.
mas isso é bom, quando você não questiona algo,
você estaciona seu raciocínio num ponto de vista confortável
e apenas esquece ele lá, você é feliz, não?
mais do que eu, imagino.
me pergunto se isso é ignorância ou sabedoria.
se esconde um buque de rosas,
uma caneta e um papel.
o papel esta amassado, rasgado, parece até
uma definição da sua vida.
mesmo assim, voce o carrega consigo.
o peso da caneta no teu bolso, balançando,
arriscando cair, bem que me lembra suas responsabilidades,
sempre subestimadas, esquecidas.
o buquê de rosas, você leva escondido na longa capa,
resistente como sua ignorância, sua falta de saber.
pobre pessoa, sentindo-se satisfeita com tão pouco
tão pouco você decorou de pensamentos alheios!
o que nós pensamos? nada!
tudo que somos, é fruto de um outro alguém
nada é próprio, original.
"você" ja existiu há muito tempo, centenas de vezes
e ainda sim é ignorante a ponto de
proclamar-se unico.
mas isso é bom, quando você não questiona algo,
você estaciona seu raciocínio num ponto de vista confortável
e apenas esquece ele lá, você é feliz, não?
mais do que eu, imagino.
me pergunto se isso é ignorância ou sabedoria.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia