Soneto por uma Pátria anti-marcial
Filhos da Pátria,
o que fazeis sob o sol
ao som de um tarol,
reverenciais o quê?
Filhos da Pátria,
combateis qual quimera
no ecoar treme-terra,
desse assaz batuquê?
Vão pro raio que os pátria
filhos-irmãos dessa Mátria
sois saci-pererê!
Sois irmãos dessa Frátria
anos-luz Via-Láctea
dessa marcha deprê!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Emergir Humano
Se acaso
Não tivesse eu
Idealizado a singular formosura Tua
Em simplicidade primitiva
E desejo
Desnecessário
P…
de Oliveira Melo
Andanças
o povo dança a rua abraça o tempo em sua luta cheiro da história assuntando seu curso ilações da matéria nas vias do futuro a multidão pu…
AurelioAquino
Escuridão
Minha voz recita
O que n’alma
No coração dilacera.
Um sopro de vida,
Um olhar sincero,
Uma dúvida,
Uma mágo…
killders
NÃO SEI...
Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve…
Celso Ciampi