Despertar
Um dia acordas e acordas também para o mundo
Sonhas em adulterar este tempo infecundo
Anseias por dar corpo à semente feita ideia
Primeiro debastes-te por sair da sonolência
Depois ficas viciado na coerância
Luz que não cega ou incendeia
Do imaginário partes para o objectivo
Do imaterial para algo efectivamente
E coerente ou incoerentemente
Cedes ao irreal, dás à luz o teu crivo
Tudo o que fora antes pensado, é processado
Do limitado profanas o limite
E o tal acto nunca antes imaginado
É subitamente alcançado, e rejubilas . . . admite !
Sonhas em adulterar este tempo infecundo
Anseias por dar corpo à semente feita ideia
Primeiro debastes-te por sair da sonolência
Depois ficas viciado na coerância
Luz que não cega ou incendeia
Do imaginário partes para o objectivo
Do imaterial para algo efectivamente
E coerente ou incoerentemente
Cedes ao irreal, dás à luz o teu crivo
Tudo o que fora antes pensado, é processado
Do limitado profanas o limite
E o tal acto nunca antes imaginado
É subitamente alcançado, e rejubilas . . . admite !
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