POETA DAS ESQUINAS
Lá vai o estro cambaleando nas trilhas dos versos
Sem bússula
Sem guia
Apenas pensando no alvorecer
E lá no céu na cesta do beleléu a Lua
Quase nua de nuvens desvenda o pudor
E o pássaro noturno espedaça o seu voo
Na cortina invisivel.
E em cada esquina a luzerna ilumina a solidão
Do existir
E o Poeta nem se importa
Com a sombra velha da porta
Vai vagando de esquina em esquina
Tomando o porre da nostalgia
Nem quer saber da alegria...
Em cada esquina vomita uma estrofe
E faz
das pedras um travesseiro.
Para dormir na incerteza de acordar
Sem bússula
Sem guia
Apenas pensando no alvorecer
E lá no céu na cesta do beleléu a Lua
Quase nua de nuvens desvenda o pudor
E o pássaro noturno espedaça o seu voo
Na cortina invisivel.
E em cada esquina a luzerna ilumina a solidão
Do existir
E o Poeta nem se importa
Com a sombra velha da porta
Vai vagando de esquina em esquina
Tomando o porre da nostalgia
Nem quer saber da alegria...
Em cada esquina vomita uma estrofe
E faz
das pedras um travesseiro.
Para dormir na incerteza de acordar
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski