A morte da maldita
E de manhã de novo o sangue puro
O lacrimejar dos olhos ofuscados
A coragem não está e o dia escuro
Revela mil deuses ocupados
Na boca o bocejo interminável
Traça o duro rumo a ''Oriente''
Ficar parado é fatal, oxidável
E por agora o ''Norte'' está ausente
Na esquina o descuido espreita
Já longe a sombra roubada grita
Então o cérebro maravilhado se deleita
Com a inevitável morte da maldita
E de manhã de novo o sangue puro
E cada vez que ele abre os olhos há um muro
E de manhã de novo o sangue puro
E cada vez que ele abre os olhos é mais duro . . .
O lacrimejar dos olhos ofuscados
A coragem não está e o dia escuro
Revela mil deuses ocupados
Na boca o bocejo interminável
Traça o duro rumo a ''Oriente''
Ficar parado é fatal, oxidável
E por agora o ''Norte'' está ausente
Na esquina o descuido espreita
Já longe a sombra roubada grita
Então o cérebro maravilhado se deleita
Com a inevitável morte da maldita
E de manhã de novo o sangue puro
E cada vez que ele abre os olhos há um muro
E de manhã de novo o sangue puro
E cada vez que ele abre os olhos é mais duro . . .
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Lendas de Amores.
As lendas de amores mesmos não reconhecidas ... são perante uma sociedade não esclarecidas , uma falácia - enganadora - pois não acred…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Reconhecimento.
Tem vezes que não acredito em mim mesmo... mas olho tantas pessoas que conseguem reconhecimento - e o meu lutar de tantos anos se tornam …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
HOTEL DO NOSSO AMOR
Procurei um hotel, Para o nosso amor repousar, Sob um lindo céu, Onde pudéssemos sonhar. Nosso amor é tão bonito, Leal como luz do luar,…
miltondacosta
O tão somente belo
Eu
Verterei
Em algumas palavras
A essência
A menção
E a significação
Daquilo que seja o tão somente belo …
de Oliveira Melo