O ENCONTRO

de primavera, que veio
enfeitar meu outonal
inverno,
eu não sabia
mais que meu coração podia
bater assim, com um amot tão quente
como um sol e com uma brandura rtão suave
como a luz da lua.
E agora,
neste tardio, demasiado tardios
de minha vida ao experimentar um pouco
deste teu sensual e suave
vinho
e desta linda
rosa de entre lindas pernas,
senti-me, eu que sou chamado de um cão
niilista ferrendo,
tão cativo
e tão pequeno perto deste teu brilho
que, ao chegar em casa,
continuei
a imaginar que, após te amar,
eu ainda estava ali do teu lado,
ao leito,
acordado,
como o zelador de um tesouro sagrado,
para te zelar até o amanhecer!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia