NADA RESTOU!

... onde foi parar
o baton que usavas em nosso
último encontro,
o perfume
que passaste naauela úlitma noite
em que até as estrerlas pegaram
fogo;
onde foi parar
os gemidinhos de prazer e as juras
de amor daquela linda e ensolarada
noite,
a sempiternidade
presente em justa à posteirioridade
que nos viria à frente;
onde foste para
tu, agora quer me rendi inteiro
e absurdo?
O que foste
tu fazer tão cedo deste outro
lado escuro do muro?
Por que
não pudemos, antes de que tudo
isso ruísse abismo abaixo,
corrigir-nos
dos trágicos erros que cometíamos
enquanto, vivos ambos, em corpo e alma
ainda noa amávamos?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia