
... de onde saíram,
a mim, tantas juras
de amor,
de onde te atribuías
a ti mesma tanta sublimidade, pureza
e louvor
com a qual,
em minha presença,
bendizias a teu Senhor todos
os dias de manhã,
com a qual,
beijando-me e depois me disparando
chuvas de fogo, injetaste aos poucos
tanto veneno,
com a qual
também a outras bocas beijaste
e a outros paus chupaste
em outros leitos
podres;
sim, tua linda
e maldita boca, agora eternamente
fechada!
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