OS VERMES III
E vamo-nos viajando,
em grande equívoco de sermos,
por este abstrato e estranho
caminho sapiens,
entre as vastas ilusões
formadas por nossas retinas avesgalhadas
e a alheia coabitação das sombras
e das casualidades;
até que seja chegado o momento
em que hajamos de nos volver a elas
- igualmente apagados de qualquer senciência -,
em inexorável justaposição daquilo
que nunca fomos.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia