SEM PONTO CERTO DE PARADA
A vida segue,
incontinentemente,
emoldurando-se em cores
mal delineadas
- às vezes em preto
branco -,
muito distantes
da opacidade crua das coisas,
é bem verdade;
assim,
ao passar indelével do tempo
e às chuvas incessantes
dos intentos
- de cada um -
nesse tudo
que parece imenso demais,
mas que, a cada dia,
vai-se esvaindo
pelas mambembes teias
do caminho.
incontinentemente,
emoldurando-se em cores
mal delineadas
- às vezes em preto
branco -,
muito distantes
da opacidade crua das coisas,
é bem verdade;
assim,
ao passar indelével do tempo
e às chuvas incessantes
dos intentos
- de cada um -
nesse tudo
que parece imenso demais,
mas que, a cada dia,
vai-se esvaindo
pelas mambembes teias
do caminho.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal
Brasil - 17/06/2011
Os encantos desta terra Que foi chamada Brasil, Estão nos rios e na serra No céu azul, cor de anil. Nas cavernas e nas grutas …
Armando A. C. Garcia