A FLOR DO DESERTO III
... que houve
com teus olhinhos ontem que brilhavam
como a luz cheia em noite
escura?
Que houve
com teu jeitinho ontem que te parecias
como uma donzela em perigo
pedindo ajuda?
Que houve
que te parecias tão bela e tão frágil
exatamente diante daquele a quem chamam
de lobo mal?
Que vi senão
uma mistura de sentimentos tão fortes,
sublmes e extáticos onde, por escolha própria,
tu punhas o amor vencendo o medo
e ao desejo?
Por que só apareceste
agora tão tarde, já no fim de minha vida
e em um fronte impossível de ser
vencido?
Que houve contigo
ontem e esses dias, afinal,
em que, mesmo vestido de fortes chuvas,
eu te admirava e te amava, e tu nem
percebias?
com teus olhinhos ontem que brilhavam
como a luz cheia em noite
escura?
Que houve
com teu jeitinho ontem que te parecias
como uma donzela em perigo
pedindo ajuda?
Que houve
que te parecias tão bela e tão frágil
exatamente diante daquele a quem chamam
de lobo mal?
Que vi senão
uma mistura de sentimentos tão fortes,
sublmes e extáticos onde, por escolha própria,
tu punhas o amor vencendo o medo
e ao desejo?
Por que só apareceste
agora tão tarde, já no fim de minha vida
e em um fronte impossível de ser
vencido?
Que houve contigo
ontem e esses dias, afinal,
em que, mesmo vestido de fortes chuvas,
eu te admirava e te amava, e tu nem
percebias?
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