E QUANDO, ENFIM, ENTENDESTE JÁ ERA TARDE DEMAIS
... "deixa o mar
e vamos à planície, só nós dois,
para nos amar",
disse eu a ela;
"Mas eu sempre
amei o mar, não posso deixa-lo,
meu amor!",
respondeu-me
ela fingindo-se triste.
Imediatamente
desabou-se-me uma mortal chuva
de fogo, pois dissimuladamente ela ignorava
que eu falava mesmo não
era do mar,
mas dos mitos,
das lendas, dos navegantes
e dos estrangeiros com quem ela encontrava
e fodia escondidamente
com eles!
e vamos à planície, só nós dois,
para nos amar",
disse eu a ela;
"Mas eu sempre
amei o mar, não posso deixa-lo,
meu amor!",
respondeu-me
ela fingindo-se triste.
Imediatamente
desabou-se-me uma mortal chuva
de fogo, pois dissimuladamente ela ignorava
que eu falava mesmo não
era do mar,
mas dos mitos,
das lendas, dos navegantes
e dos estrangeiros com quem ela encontrava
e fodia escondidamente
com eles!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
"Eu sem ti"
Sem ti sou um barco á deriva em alto mar,
sou um campo árido, dificil de cultivar
onde não existe uma só flor.
Sou a onda que va…
Tsunamidesaudade63
O Silencio de Jacob.
Bendito és tu no silêncio de uma noite ... em que teu beijo tem o sabor amargo de abandono. Teus abraços são como cordas de amarras >…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
vou me expandindo enquanto você silencia
é isso aí vou me expandindo enquanto você não diz quem se cala abre portas para a polissemia e o que não disser sou ator minha cena inici…
Kátia Surreal
Caverna do Amor
Depois de cruzarmos
os cem metros em direção
à Caverna do Amor,
render-me mansamente
aos seus predicados,
Permitindo que o…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski