"Só amanhecem o grão e a solidão" - diz o poeta*
pelo que riscam os dentes
no ar os de sempre, lisos de vontade
a neblina desgrenhando o teto
da mata próxima, cobrindo os espetos da monstrópole, hoje
sangrar é tema compartilhado que a rede encesta:
só adormecem o sim e a espera.
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