... eu me sinto sempre nas sombras,
e tu vens e me ofereces as mãos, as asas,
as belas pétalas abertas,
e tu paciente
e lindamente vem assim e faz
o que ninguém fez
alisando minha pele
com o vendo de teus lábios, tirando
de dentro de mim todos os fantasmas
passados e ressuscitando-me para mais alguns
momentos de espasmos;
e então, quando vejo,
nem do deserto que tanto habiteri
consigo mais me segurar
no voo e no desejo!
e tu vens e me ofereces as mãos, as asas,
as belas pétalas abertas,
e tu paciente
e lindamente vem assim e faz
o que ninguém fez
alisando minha pele
com o vendo de teus lábios, tirando
de dentro de mim todos os fantasmas
passados e ressuscitando-me para mais alguns
momentos de espasmos;
e então, quando vejo,
nem do deserto que tanto habiteri
consigo mais me segurar
no voo e no desejo!
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