Estilo
Nascido na madrugada de uma quinta-feira
aos berros (natural que se reclame o que se perdeu),
panos de lado a lado, bocas e olhos e mãos cheias de usos
risos cercando-lhes o retângulo, nem pestanejou
rumo ao colostro, e muito dormiu, mas
uma vez desperto, ainda hoje cobra caro toda iminência
de perda, salga e envenena o preço de cada prumo
nas aldeias urbanas e nos ermos agrários
conjugando o verbo aeiouar
como quem desinventa a matéria, alijando de si
as madrugadas e outros uniformes cotidiáridos.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski