DELÍRIOS
Sim, querida,
podes levar-me
ao delírio com teu
sonho nuvem,
ou ao martírio com tuas
chuvas de fogo;
e ali, entre as cinzas,
podes deixar-me,
solitária e angustiadamente,
jogado,
ou podes soprar-me,
ao coração,
uma cândida brisa
fênix;
mas eis uma coisa
que não podes
fazer:
matar-me
o amor que te tenho
em minh'alma.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Emergir Humano
Se acaso
Não tivesse eu
Idealizado a singular formosura Tua
Em simplicidade primitiva
E desejo
Desnecessário
P…
de Oliveira Melo
Andanças
o povo dança a rua abraça o tempo em sua luta cheiro da história assuntando seu curso ilações da matéria nas vias do futuro a multidão pu…
AurelioAquino
Escuridão
Minha voz recita
O que n’alma
No coração dilacera.
Um sopro de vida,
Um olhar sincero,
Uma dúvida,
Uma mágo…
killders
NÃO SEI...
Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve…
Celso Ciampi