a sós comigo...
Deixo-me ir ao sabor do desejo
Esqueço o futuro que há-de vir
Esqueço, nada de mim sei, nada vejo!?
E assim me deixo ir...
Fico num êxtase adormecida
Agora tudo me é indiferente,
Deixo-me da vida esquecida,
Só conta a hora!
Na velhice, docemente,
vivo o agora.
Mergulho em mim me abrigo
Minha memória ainda tem vontade
E a sós comigo,
Faço romagem da saudade.
Sem presente nem futuro
Minha alma?! Indiferente!
Nada me falta mas tudo é escuro.
Anda o Sol distante, neste dia dormente.
Não estou triste!? Nem sei o que quero!
O quê, da vida ainda espero?
Apenas uma noite enluarada.
Que me traga uma triste poesia
Que em mim a faça nascer
Como eu!Sombria.
Predestinada a morrer...
Pensei que o Mundo me entendia
Não julguei bem, p'ra meu mal?!
Só eu vejo a magia!
Que há na tristeza afinal.
Deixo que achem meu sonho louco,
nem eu já me entendo tão pouco.
rosafogo
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=111740 © Luso-Poemas
Esqueço o futuro que há-de vir
Esqueço, nada de mim sei, nada vejo!?
E assim me deixo ir...
Fico num êxtase adormecida
Agora tudo me é indiferente,
Deixo-me da vida esquecida,
Só conta a hora!
Na velhice, docemente,
vivo o agora.
Mergulho em mim me abrigo
Minha memória ainda tem vontade
E a sós comigo,
Faço romagem da saudade.
Sem presente nem futuro
Minha alma?! Indiferente!
Nada me falta mas tudo é escuro.
Anda o Sol distante, neste dia dormente.
Não estou triste!? Nem sei o que quero!
O quê, da vida ainda espero?
Apenas uma noite enluarada.
Que me traga uma triste poesia
Que em mim a faça nascer
Como eu!Sombria.
Predestinada a morrer...
Pensei que o Mundo me entendia
Não julguei bem, p'ra meu mal?!
Só eu vejo a magia!
Que há na tristeza afinal.
Deixo que achem meu sonho louco,
nem eu já me entendo tão pouco.
rosafogo
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