AQUI NUM CANTO ESQUECIDO
Aqui num canto esquecido,
No meu olhar mais profundo,
Vislumbro o horizonte tão belo,
Como príncipe num castelo,
Que se sente senhor do mundo.
Sorri-me o sol... hilariante,
O vento oscula... meu peito,
As estrelas brilham sem fim,
E com a lua, olham por mim,
Cobre-me a chuva onde me deito.
Pasmo com as luzes da cidade,
O sonho acompanha-me longe,
Como um pássaro em liberdade,
Voando com graciosidade,
Mas recatado como um monge.
Sou rico... tendo tão pouco,
Nada me pesa que me canse,
Tenho chão... tenho cascalhos,
Tenho o sol como agasalho,
No infinito um grande alcance.
Pensativo em cada dia,
Sou delicado e tão forte,
Vivo sem medo... de mão vazia,
Regalo o estômago de fantasia,
E os dias passam por sorte.
Nasci d'um momento de amor,
Num dia de grande fracasso,
Herdei o mundo como amigo,
A família deu-me o castigo,
Aprendo tudo quanto faço.
Maria Antonieta Matos 03-02-2018
No meu olhar mais profundo,
Vislumbro o horizonte tão belo,
Como príncipe num castelo,
Que se sente senhor do mundo.
Sorri-me o sol... hilariante,
O vento oscula... meu peito,
As estrelas brilham sem fim,
E com a lua, olham por mim,
Cobre-me a chuva onde me deito.
Pasmo com as luzes da cidade,
O sonho acompanha-me longe,
Como um pássaro em liberdade,
Voando com graciosidade,
Mas recatado como um monge.
Sou rico... tendo tão pouco,
Nada me pesa que me canse,
Tenho chão... tenho cascalhos,
Tenho o sol como agasalho,
No infinito um grande alcance.
Pensativo em cada dia,
Sou delicado e tão forte,
Vivo sem medo... de mão vazia,
Regalo o estômago de fantasia,
E os dias passam por sorte.
Nasci d'um momento de amor,
Num dia de grande fracasso,
Herdei o mundo como amigo,
A família deu-me o castigo,
Aprendo tudo quanto faço.
Maria Antonieta Matos 03-02-2018
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