prisioneira...
Prisioneira
A solidão, afoga-me o peito
A alma tenho silenciosa e fria
Meu sangue fluí, não tem outro jeito
Nos meus lábios uma sede que arrepia.
Avanço no meu silêncio errante
Numa dor acre que me revolve o ser
Onde a fuga à felicidade é uma constante
mas ainda que perdida, necessito sobreviver!
Na sinuosa curva deste meu caminho
Agarro-me à vida e à recordação,
do passado, onde no presente me aninho.
E assim esqueço, no peito, o afogar da solidão.
rosafogo
natalia nuno
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=92792 © Luso-Poemas
A solidão, afoga-me o peito
A alma tenho silenciosa e fria
Meu sangue fluí, não tem outro jeito
Nos meus lábios uma sede que arrepia.
Avanço no meu silêncio errante
Numa dor acre que me revolve o ser
Onde a fuga à felicidade é uma constante
mas ainda que perdida, necessito sobreviver!
Na sinuosa curva deste meu caminho
Agarro-me à vida e à recordação,
do passado, onde no presente me aninho.
E assim esqueço, no peito, o afogar da solidão.
rosafogo
natalia nuno
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