Filhos do nada
Dói ver que eles caem feito moscas
Enquanto as balas atravessam seus corpos
Dói porque ninguém é por eles
Estão sós, perdidos, na periferia da cidade
Na periferia da vida
Se têm nome ninguém sabe
Se têm alma ninguém vê
Jazem aqui e ali sem nenhum proveito
A sociedade vira a cara para seus esgares
E eles caem feito moscas
Mas moscas um dia pelo menos voaram...
Eles nem isso.
Enquanto as balas atravessam seus corpos
Dói porque ninguém é por eles
Estão sós, perdidos, na periferia da cidade
Na periferia da vida
Se têm nome ninguém sabe
Se têm alma ninguém vê
Jazem aqui e ali sem nenhum proveito
A sociedade vira a cara para seus esgares
E eles caem feito moscas
Mas moscas um dia pelo menos voaram...
Eles nem isso.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Andanças
o povo dança a rua abraça o tempo em sua luta cheiro da história assuntando seu curso ilações da matéria nas vias do futuro a multidão pu…
AurelioAquino
Escuridão
Minha voz recita
O que n’alma
No coração dilacera.
Um sopro de vida,
Um olhar sincero,
Uma dúvida,
Uma mágo…
killders
NÃO SEI...
Escrevo esse poema, Sem saber o que dizer, Deixo sair as palavras Meio sem querer. Quero ver onde chego, E se chego a algum lugar, Talve…
Celso Ciampi
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo