Olhos Distantes
Há ainda um riso
Que baila na boca
Do tempo...
Há uma lua vazia
De face tão pálida
A vagar imprecisa...
Há um canto ao longe
Que é prece cálida
à noite solitária...
Há dois olhos distantes
Que serenos adormecem
Pelo canto, entorpecidos...
E ao som do canto esquecido
Capturo a poesia distraída
Perdida na madrugada...
(Rahna)
Que baila na boca
Do tempo...
Há uma lua vazia
De face tão pálida
A vagar imprecisa...
Há um canto ao longe
Que é prece cálida
à noite solitária...
Há dois olhos distantes
Que serenos adormecem
Pelo canto, entorpecidos...
E ao som do canto esquecido
Capturo a poesia distraída
Perdida na madrugada...
(Rahna)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia