MY NAME IS NOBODY
... fui jogado
de um quântico trem
andando,
percebi
que, em volta, havia um multidão
proferindo elogios recíprocos,
suspiros e se amando;
escondidamente
vi alguns defecando, urinando
ou gozando.
Tive a sensação
de que os deuses me jogaram ali
por abandono:
para piorar,
entrei em êxtase e desatino
quando topei com uma flor de inverno
que também por ali estava
passando!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O amor é chama... (soneto) - 08/02/2016
O amor é chama que arde no peito
Sentimento que aquece permanente
Vida de contentamento a quem o sente
É viver…
Armando A. C. Garcia
O amor é chama... (soneto) - 08/02/2016
O amor é chama que arde no peito
Sentimento que aquece permanente
Vida de contentamento a quem o sente
É viver…
Armando A. C. Garcia
TRISTE ESPERANÇA ! - (soneto) - 10/06/2008
Na praia, a onda quebra na areia mansa Arrastando com ela pequeninos grãos, Apagando tuas pegadas, e a lembrança Onde caminhamos entrelaç…
Armando A. C. Garcia
Alhures ! (Soneto) - 18/12/2017
Com a alma e o pensamento alhures
Desvairado e absorto, olhei teu retrato,
Na esperança de divisar algures
Teu…
Armando A. C. Garcia