Sonho ( Succubus )
Não sei onde estávamos, sinceramente...
Não há vaga lembrança em minha mente
Só o que sei que tu estavas lá
Sem qualquer roupa ou vergonha
As suas curvas de Deusa da Luxuria
Todas elas encaixadas perfeitamente
Como se fosse a extensão do meu corpo
Doce calor dos teus seios nos meus braços
Inconsciente como tudo, puxa a minha mão
Mesmo ti cobrindo por trás
Tua mão procura a minha
Só o que me lembro
Mas foi essa a sua visita
Meu pecado mortal...
Não há vaga lembrança em minha mente
Só o que sei que tu estavas lá
Sem qualquer roupa ou vergonha
As suas curvas de Deusa da Luxuria
Todas elas encaixadas perfeitamente
Como se fosse a extensão do meu corpo
Doce calor dos teus seios nos meus braços
Inconsciente como tudo, puxa a minha mão
Mesmo ti cobrindo por trás
Tua mão procura a minha
Só o que me lembro
Mas foi essa a sua visita
Meu pecado mortal...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Aponta o poente. - 04/07/2026
O tempo passa
A vida encurta,
A dor que grassa
A perna encurta.
Ingrato destino
…
Armando A. C. Garcia
Apogeu x Decadência - 30/04/2015
O declínio é dolorido porque converge
Do fracasso, que vem depois do apogeu,
É preciso estar imune ao que diverge
…
Armando A. C. Garcia
Aos borbotões - 27/02/2021
Aos borbotões suspiramos a liberdade
Da harmonia, da ordem e altivez,
Não queremos sobre nós iniquidade,
Nem v…
Armando A. C. Garcia
Ao teu lado - 04/09/2026
Eu ficarei ao teu lado
Por toda a minha vida,
Em bangalô ou sobrado,
Curarei tua ferida.
N…
Armando A. C. Garcia