Lista de Poemas
A moda antiga de decantar
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que nessa vagarosa caminhada
Colhi pelo meu trajeto tão caro
Entrego-mi aos pés seus amada
Quando meus olhos repousam
Só vejo a nossa solidão nua
Exposta aos outros que nos magoam
Nos gestos tão amargos na voz sua
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que prendeu os sentidos seus aos meus
Nessa manhã de sol e nuvens em breus
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que ao envenenar a minha alma
Deram-mi o teu amor em vã brasa
Que nessa vagarosa caminhada
Colhi pelo meu trajeto tão caro
Entrego-mi aos pés seus amada
Quando meus olhos repousam
Só vejo a nossa solidão nua
Exposta aos outros que nos magoam
Nos gestos tão amargos na voz sua
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que prendeu os sentidos seus aos meus
Nessa manhã de sol e nuvens em breus
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que ao envenenar a minha alma
Deram-mi o teu amor em vã brasa
379
ViVer II
Dizes-me se a redoma de cristal ti bastou?
Deixa passar essa tempestade
Enquanto sentir que tudo se quebrou
E fores apenas a sombra do que desejas
Por enquanto os sonhos, são isso
Apenas ilusões ditas com gosto de saudade
Que este medo que tu sentes
E nesse vazio não há lugar para mim
Eu ainda estou aqui
Como no dia do meu nascimento
Tão só como o meu ultimo dia
Agora só vou mi sentar nesse café
E observar...
O quê posso dizer mais...
Deixa passar essa tempestade
Enquanto sentir que tudo se quebrou
E fores apenas a sombra do que desejas
Por enquanto os sonhos, são isso
Apenas ilusões ditas com gosto de saudade
Que este medo que tu sentes
E nesse vazio não há lugar para mim
Eu ainda estou aqui
Como no dia do meu nascimento
Tão só como o meu ultimo dia
Agora só vou mi sentar nesse café
E observar...
O quê posso dizer mais...
412
Viver
Quem mi dera encontrar a história perfeita
Sem inicio, meio ou fim; sem repetições de cenários
Apenas atos de verdade, de coragem sem medo
Da verdadeira paixão refletida em seus olhos
Preenchida de toda a dor e toda alegria
Não a dor vazia da humanidade
Tão pouco a sua alegria comedida
Sempre quero mais para a minha vaidade
Que todos os dias sejam dias de fúria
E as noites...fogueiras de paixões
Esquecendo o flagelo da meia duvida
Mas é tudo tão vão como essas palavras
Que lidas sem o calor das emoções
É como um Adeus para quem já se foi...
Sem inicio, meio ou fim; sem repetições de cenários
Apenas atos de verdade, de coragem sem medo
Da verdadeira paixão refletida em seus olhos
Preenchida de toda a dor e toda alegria
Não a dor vazia da humanidade
Tão pouco a sua alegria comedida
Sempre quero mais para a minha vaidade
Que todos os dias sejam dias de fúria
E as noites...fogueiras de paixões
Esquecendo o flagelo da meia duvida
Mas é tudo tão vão como essas palavras
Que lidas sem o calor das emoções
É como um Adeus para quem já se foi...
397
Anjo
Anjo ( Sil Peres )
Por entre as asas celestiais, por entre a tua glória
Por entre todo o sangue que escorre por suas mãos
Milênios de obediência cega
Também tens os dois lados
O divino da presença do Pai
E o Negro de ódio por mim
Roubas a minha fé em ti
Com os atos nefastos de suas traições
No desenlace do destino
Serás menos que o pó das minha sandálias
Por entre as asas celestiais, por entre a tua glória
Por entre todo o sangue que escorre por suas mãos
Milênios de obediência cega
Também tens os dois lados
O divino da presença do Pai
E o Negro de ódio por mim
Roubas a minha fé em ti
Com os atos nefastos de suas traições
No desenlace do destino
Serás menos que o pó das minha sandálias
318
Amizade
Diz ela
Com medo e com suspiro
Com desejos de futuro
Dizes, amiga minha,
O quê... realmente...
Queres de mim?
Que eu digo o que quero de ti...
Com medo e com suspiro
Com desejos de futuro
Dizes, amiga minha,
O quê... realmente...
Queres de mim?
Que eu digo o que quero de ti...
337
Um Beijo e um Bom Dia
Quando dito com sinceridade
e tão quente quanto uma noite inteira,
vale por tantas coisas
que enfrentamos para chegar nesses momentos tão singelos,
mas que são únicos
na vida de cada um,
se perdeu o tempo naquele carinho quase chorado,
quase como um obrigado,
velado,
mas que os olhos
e as mãos dadas explicam.
e tão quente quanto uma noite inteira,
vale por tantas coisas
que enfrentamos para chegar nesses momentos tão singelos,
mas que são únicos
na vida de cada um,
se perdeu o tempo naquele carinho quase chorado,
quase como um obrigado,
velado,
mas que os olhos
e as mãos dadas explicam.
287
Sonho ( Inccubus )
Hoje invado os teus sonhos
Não importa a distância ou local
Nem toda a distância do que somos
Hoje à noite acabo com o medo residual
Tudo o que fiz da última vez
Mas sem os cuidados
Se pensas que algo vai ti defender disso
Tu já queimas por debaixo por mim
E é contigo que vou bater o meu recorde
Nada de só cinco rounds
Vamos até o vigésimo oitavo
Sem choro nem vela
O choro só na hora que se lembrares da minha falta
E velas, só para iluminar as nuancias das tuas ancas
Não importa a distância ou local
Nem toda a distância do que somos
Hoje à noite acabo com o medo residual
Tudo o que fiz da última vez
Mas sem os cuidados
Se pensas que algo vai ti defender disso
Tu já queimas por debaixo por mim
E é contigo que vou bater o meu recorde
Nada de só cinco rounds
Vamos até o vigésimo oitavo
Sem choro nem vela
O choro só na hora que se lembrares da minha falta
E velas, só para iluminar as nuancias das tuas ancas
224
Solitude
Na solidão da alma si renova
No amanhecer nosso de todo dia
Essa escolha minha que chora
Pelo doce olhar que pedia
E ainda mi pede pela paz
Mas mi mostra as mãos vazias
E na sombra da ida jazias
O meu coração aos cães faz
Abrace essa sua vil solidão
Como quem abraça o próprio tempo
E nas horas vazias que são
Guarde nessa hora o que mi resta
Nessa dedicatória de lamento
Quando a um cigarro eu mi rimo
No amanhecer nosso de todo dia
Essa escolha minha que chora
Pelo doce olhar que pedia
E ainda mi pede pela paz
Mas mi mostra as mãos vazias
E na sombra da ida jazias
O meu coração aos cães faz
Abrace essa sua vil solidão
Como quem abraça o próprio tempo
E nas horas vazias que são
Guarde nessa hora o que mi resta
Nessa dedicatória de lamento
Quando a um cigarro eu mi rimo
225
Prisioneira II
Da conformidade e da normalidade
Primaz ensinamento de nossos pais
Que nos controlam todos os dias
Até a primeira luz de desejo
Entrega a que... A quem... Por que...
Si olhe no espelho e mi diga
Qual é a tua visão atrás do ombro
Quem é que ti abraça quando sozinha
Quem invade os teus sonhos
O que ti faz acordar
E não me diga: - "O DespertaDOR"
O que ti consome em segredo
Na solidão da rotina
Diga-me... A que... A quem... Por que...
Primaz ensinamento de nossos pais
Que nos controlam todos os dias
Até a primeira luz de desejo
Entrega a que... A quem... Por que...
Si olhe no espelho e mi diga
Qual é a tua visão atrás do ombro
Quem é que ti abraça quando sozinha
Quem invade os teus sonhos
O que ti faz acordar
E não me diga: - "O DespertaDOR"
O que ti consome em segredo
Na solidão da rotina
Diga-me... A que... A quem... Por que...
223
Quando fores ao mar
Quando fores ao mar
Desenhe na beira
Onde as ondas se desfazem
Desenhe...
Mas não qualquer desenho
Desenhe o meu coração
Senta-te e observe
E veja as ondas apagarem uma a uma
Depois... Si abrace ao mar
E em suas águas salgadas
De tantas lágrimas de saudades
Derrubadas em suas águas
Se ainda restar alguma...
Derrames as últimas
E lave a sua alma nelas
Desenhe na beira
Onde as ondas se desfazem
Desenhe...
Mas não qualquer desenho
Desenhe o meu coração
Senta-te e observe
E veja as ondas apagarem uma a uma
Depois... Si abrace ao mar
E em suas águas salgadas
De tantas lágrimas de saudades
Derrubadas em suas águas
Se ainda restar alguma...
Derrames as últimas
E lave a sua alma nelas
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