Quem mi dera encontrar a história perfeita Sem inicio, meio ou fim; sem repetições de cenários Apenas atos de verdade, de coragem sem medo Da verdadeira paixão refletida em seus olhos
Preenchida de toda a dor e toda alegria Não a dor vazia da humanidade Tão pouco a sua alegria comedida Sempre quero mais para a minha vaidade
Que todos os dias sejam dias de fúria E as noites...fogueiras de paixões Esquecendo o flagelo da meia duvida
Mas é tudo tão vão como essas palavras Que lidas sem o calor das emoções É como um Adeus para quem já se foi...
Quem mi dera encontrar a história perfeita Sem inicio, meio ou fim; sem repetições de cenários Apenas atos de verdade, de coragem sem medo Da verdadeira paixão refletida em seus olhos
Preenchida de toda a dor e toda alegria Não a dor vazia da humanidade Tão pouco a sua alegria comedida Sempre quero mais para a minha vaidade
Que todos os dias sejam dias de fúria E as noites...fogueiras de paixões Esquecendo o flagelo da meia duvida
Mas é tudo tão vão como essas palavras Que lidas sem o calor das emoções É como um Adeus para quem já se foi...
399
ViVer II
Dizes-me se a redoma de cristal ti bastou? Deixa passar essa tempestade Enquanto sentir que tudo se quebrou E fores apenas a sombra do que desejas
Por enquanto os sonhos, são isso Apenas ilusões ditas com gosto de saudade Que este medo que tu sentes E nesse vazio não há lugar para mim
Eu ainda estou aqui Como no dia do meu nascimento Tão só como o meu ultimo dia
Agora só vou mi sentar nesse café E observar... O quê posso dizer mais...
413
A moda antiga de decantar
Trago-ti o odor dos doces cravos Que nessa vagarosa caminhada Colhi pelo meu trajeto tão caro Entrego-mi aos pés seus amada
Quando meus olhos repousam Só vejo a nossa solidão nua Exposta aos outros que nos magoam Nos gestos tão amargos na voz sua
Trago-ti o odor dos doces cravos Que prendeu os sentidos seus aos meus Nessa manhã de sol e nuvens em breus
Trago-ti o odor dos doces cravos Que ao envenenar a minha alma Deram-mi o teu amor em vã brasa
383
Amizade
Diz ela Com medo e com suspiro Com desejos de futuro Dizes, amiga minha, O quê... realmente... Queres de mim? Que eu digo o que quero de ti...
338
Anjo
Anjo ( Sil Peres )
Por entre as asas celestiais, por entre a tua glória Por entre todo o sangue que escorre por suas mãos Milênios de obediência cega Também tens os dois lados O divino da presença do Pai E o Negro de ódio por mim Roubas a minha fé em ti Com os atos nefastos de suas traições No desenlace do destino Serás menos que o pó das minha sandálias
319
Um Beijo e um Bom Dia
Quando dito com sinceridade e tão quente quanto uma noite inteira, vale por tantas coisas que enfrentamos para chegar nesses momentos tão singelos, mas que são únicos na vida de cada um, se perdeu o tempo naquele carinho quase chorado, quase como um obrigado, velado, mas que os olhos e as mãos dadas explicam.
287
Cansaço II
Tudo que quiseres hoje, peça-o Não se esqueça de nada, leve tudo O que quiseres que eu faça, eu o faço Não mi deixe em paz
Queres que eu morra estafado a teus pés Serei o escravo das vontades alheias Queres que eu segure o seu mundo Pilar de todos os desejos vãos seus
Que assim seja; Que corra meu suor E quando acabar... Que seja o meu sangue posto ao chão
Faça o que quiseres de meu corpo Não se esqueça de nada... Mas quando eu repousar, dormirei na terra dos sonhos
264
Quando fores ao mar
Quando fores ao mar Desenhe na beira Onde as ondas se desfazem Desenhe... Mas não qualquer desenho Desenhe o meu coração Senta-te e observe E veja as ondas apagarem uma a uma Depois... Si abrace ao mar E em suas águas salgadas De tantas lágrimas de saudades Derrubadas em suas águas Se ainda restar alguma... Derrames as últimas E lave a sua alma nelas
221
Prisioneira II
Da conformidade e da normalidade Primaz ensinamento de nossos pais Que nos controlam todos os dias Até a primeira luz de desejo
Entrega a que... A quem... Por que... Si olhe no espelho e mi diga Qual é a tua visão atrás do ombro Quem é que ti abraça quando sozinha
Quem invade os teus sonhos O que ti faz acordar E não me diga: - "O DespertaDOR"
O que ti consome em segredo Na solidão da rotina Diga-me... A que... A quem... Por que...
225
Felicidade
Acordar à tarde com o pensamento leve Traçar os passos pelo final do dia Rever os bons amigos queridos de anos Sentimento bom de reencontro
Papo fiado atravessado na cama E como é bom isso em família A brisa leve do vento pela janela Gestos de carinho e de afeto
Mesa servida em forma de afeto Sorver o gosto dos alimentos A calma da refeição caseira
Vão se as dores Vão às mágoas Não preciso de muito... Só do que não tenho