A moda antiga de decantar
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que nessa vagarosa caminhada
Colhi pelo meu trajeto tão caro
Entrego-mi aos pés seus amada
Quando meus olhos repousam
Só vejo a nossa solidão nua
Exposta aos outros que nos magoam
Nos gestos tão amargos na voz sua
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que prendeu os sentidos seus aos meus
Nessa manhã de sol e nuvens em breus
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que ao envenenar a minha alma
Deram-mi o teu amor em vã brasa
Que nessa vagarosa caminhada
Colhi pelo meu trajeto tão caro
Entrego-mi aos pés seus amada
Quando meus olhos repousam
Só vejo a nossa solidão nua
Exposta aos outros que nos magoam
Nos gestos tão amargos na voz sua
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que prendeu os sentidos seus aos meus
Nessa manhã de sol e nuvens em breus
Trago-ti o odor dos doces cravos
Que ao envenenar a minha alma
Deram-mi o teu amor em vã brasa
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Não sou assim o tempo inteiro
posso rir até a asfixia
de um vídeo de fantoches
e depois quase morrer
estrangulado pela ausência
de alguém que super…
Héber Luciano
Colecionador de perdas
no começo da vida,
colecionou cartões telefônicos,
figurinhas de Copa do Mundo
e bolinhas de gude;
depois colecionou
camis…
Héber Luciano
Frag
Fragmentado como se antes fosse agora Furacão de sentimentos no vazio Interior se quebrando em miúdos Exterior como uma lagoa
Não tenh…
gmarotta
Ipês-amarelos o ano inteiro
hoje não posso morrer
porque amanhã preciso
entregar um relatório.
(essa necessidade
de agradar é uma forma
esquisita…
Héber Luciano