espera amor...
perco-me no abismo do teu olhar
morrem flores neste entardecer
perde-se Vida num constante acenar
mas a esperança volta sempre a florescer.
o tempo é como rapaz novo, a correr
torna minha solidão ainda maior
já nem o corpo me quer obedecer
resta o tempo de lembrarmos amor.
operco coisas que aprendi a amar
o tempo é colete de forças que me põe à prova
que me aperta sem cessar
mas deixa ainda no meu peito uma emoção nova.
perco-me no abismo do teu olhar
olhas-me de medo de me ver cair
hesitante de palavras mas com vontade de gritar
ESPERA AMOR... a noite mansa que há-de vir!?
e assim foi sempre entre o deitar e o dormir
a nossa festa com brilho e chama
esquecidos do tempo do porvir
é nesta hora que a gente sempre se ama.
natalia nuno
rosafogo
morrem flores neste entardecer
perde-se Vida num constante acenar
mas a esperança volta sempre a florescer.
o tempo é como rapaz novo, a correr
torna minha solidão ainda maior
já nem o corpo me quer obedecer
resta o tempo de lembrarmos amor.
operco coisas que aprendi a amar
o tempo é colete de forças que me põe à prova
que me aperta sem cessar
mas deixa ainda no meu peito uma emoção nova.
perco-me no abismo do teu olhar
olhas-me de medo de me ver cair
hesitante de palavras mas com vontade de gritar
ESPERA AMOR... a noite mansa que há-de vir!?
e assim foi sempre entre o deitar e o dormir
a nossa festa com brilho e chama
esquecidos do tempo do porvir
é nesta hora que a gente sempre se ama.
natalia nuno
rosafogo
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia